Dei atei like no tal clipe da
música: Surubinha de Leve, depois de assisti-lo, porque não achei em canto
nenhum mesmo não tendo visão de raio-x (E olha que eu me sinto um super-herói
não homem e muito menos mulher mesmo a sim não achei) a tal da apologia ao
estupro. É só mais uma merda de música que daqui a 2 meses ninguém vai lembrar
dessa porcaria cacete. Anira, Pablo Vidar, sem nem os nomes direitos (Risos)
porque não ouço quase nada atual. Eles ou 97% da nossa música no mainstream
hoje em dia canta as mesmas merdas e ninguém fala porra nenhuma cacete. Taca o
pau em toda musica brasileira velho. Ou deixa o cara em paz ganha a porra do
dinheiro. Ele é a realidade da maioria dos jovens contaminados pela
lelektospirose cacete. A molecada quer é foder ir pra festa afogar a porra do
peru dele. A mina da a buceta dela pra quem ela quiser caralho. A buceta é
sua?! Não! E se ela te desse a buceta tu e a negar?! Acho que não! E procurei o
cara estuprando alguma mina no clipe e não achei. No início dos anos 90 eu sonhava
com a mesma vida, mas como astro do rock, numa banda de hard rock. Orgias,
bucetas pra caralho, limousine, ego inflado, conta bancaria gigantesca, quarto
de hotéis destruído etc. Isso ater eu conhecer anos depois um certo rapazinho
de Seatle, que abalou o showbiz e tirou o rock do fundo do poço. Mostrou que é
uma idiotice montar uma banda pensado em pegar garotas. Ainda mais porque o
hard rock naquela época já não era mais a bola da vez. Por isso que hoje em dia
o melhor caminho para quem ama o rock de verdade é apoiar a cena indie. E se
for montar banda não pense em pegar garotas a maioria das rockeiras gosta tanto
de xana quanto você; fique no underground. Obrigado Kurt te amarei para sempre
meu ídolo. – Tiago Amaral
