sexta-feira, 12 de agosto de 2022

Bohemian Rhapsody, Caricato Mais Bom

Pra mim o melhor do filme foi a trilha, repleta dos clássico mais populares ou de maior sucesso do Queen, mas realmente as vezes o filme mim suou tão caricato que parecia uma malhação rock n roll da rede Globo. Legal foi ver que alguns atores realmente ficaram bem parecido com alguns membros da banda. Como o Gwilym Lee no papel do guitarrista Brian May, mas eu estranhei o ator Rami Malek. no papel do Freddie, pôs Freddie sempre me pareceu um cara bem alto e claro. E Rami no filme me parece menor e mais magro do quer Freddie. Mas Rami é um ator competente e cumpriu bem o papel de um Freddie Mercury. E o resto do Elenco também convence com suas atuações, maquiagem e caracterização.

Pra mim o melhor do filme foi a trilha, repleta dos clássico mais populares ou de maior sucesso do Queen, mas realmente as vezes o filme mim suou tão caricato que parecia uma malhação rock n roll da rede Globo. Legal foi ver que alguns atores realmente ficaram bem parecido com alguns membros da banda. Como o Gwilym Lee no papel do guitarrista Brian May, mas eu estranhei o ator Rami Malek. no papel do Freddie, pôs Freddie sempre me pareceu um cara bem alto e claro. E Rami no filme me parece menor e mais magro do quer Freddie. Mas Rami é um ator competente e cumpriu bem o papel de um Freddie Mercury. E o resto do Elenco também convence com suas atuações, maquiagem e caracterização.

O filme também distorce a realidade por exemplo de como Freddie conheceu Mary, o Rock In Rio que no filme teve sua data alterada; e erro a sim não deveria ser cometido. O Rock In Rio aqui retratado como se tivesse acontecido lá nos anos 70 com a banda no auge, quando Freddie assume seu famoso bigode e está com então sua noiva Mary Austin; e não nos anos 80 como realmente foi. Toda plateia então caracterizada com roupas e moda dos anos 70. Outro erro Freddie nunca deixou a banda como acontece no filme. Outro é sobre o de diagnóstico de soropositivo de Freddie, que só foi 2 depois do Live Aid, e não antes e muito menos contando ao resto da banda em um ensaio na semana anterior. E outro erro é sobre o sucesso We Will Rock You, que lançada em 1977 no álbum News Of The World (1977) e não escrita e grava em 1980 como no filme. E outra de como Freddie conheceu o seu grande amor que foi Mary Austin que foi numa banca de roupa sendo totalmente diferente no filme. A maneira com que Freddie demite um empresário dentro da limosine por ter feito uma proposta de disco solo, sendo que na realidade não foi nada parecido com isso.

Mas em fim o filme também não procurou buscar e exibir o lado obscuro do rock n roll, que seria o sexo e as drogas. As festas de Freddie regadas a sexo e droga. E sim o lado carismático da banda e de seus integrantes. E a capacidade que Freddie tinha em mover multidões e se deliciar com a adoração do público. E nisso o filme cumpre bem o seu papel. E o melhor somando com isso é a emoção que trilha oferece para os fãs da boa música do Queen.

 

terça-feira, 2 de agosto de 2022

Depois do fracasso dos seus álbuns Glitter de 2001 e Charmbracelet lançado em 2002, sendo que seu último álbum de sucesso foi Rainbow de 1999. Charmbracelet e Glitter foram os dois grandes fracassos na carreira de Mariah em comparação com tudo que ela havia feito antes em sua carreira. Mariah precisava trazer algo novo e sem conseguir isso, ela passou a sofrer duras críticas em relação a voz, em não ser mais a mesma e a heterossexualização. Foi então que Mariah deu uma pausa na carreira e na sua vida que não andava bem a sim como a sua saúde mental na época.

Vou ressaltar que amo toda a discografia de Mariah a sim como Glitter e Charmbracelet, que apesar de não ser alguns dos seus melhores álbuns, ainda são pra mim bons. Mas o mundo decretava o fim da carreira de Mariah, mas foi nessa pausa na carreira que The Emancipation of MiMi, foi sendo produzido e esse álbum foi o retorno triunfal de Mariah de volta ao sucesso. Um dos melhores álbuns que já ouvir em toda minha vida e foi a melhor coisa que ouvir na década de 2000. Ouvir novamente a voz de Mariah depois de um bom tempo e com aquela sensação de que ela nós deixamos meio que órfãos. E esse álbum maravilhoso matou uma saudade de um longo tempo sem ouvir a sua voz e de volta ao topo das paradas de sucesso.

Os anos 90 tinha se passado e mal lembrava dela apesar de alguns sucesso e clipes ali no início de 2000. Ver minha cantora favorita de todos os tempos voltando com tudo nesse belíssimo álbum de 2005 foi simplesmente demais. Mariah pra mim está no olimpo ao lado de Whitney como uma das melhores ou uma das melhores voz que já existiu nesse planeta. Todas as faixas são tão boas que é difícil escolher uma, mas a sexta Stay The Night, é a minha favorita, sem falar da belíssima We Belong Together. As mais suaves mim fazia viajar no canto da sereia. Era o que eu mais gostava de ouvir quando estava numa Lan na época. E deixava rolando enquanto navegava.

Musica como We Belong Together fez Mariah bater recordes e mais recordes em varias paradas de sucesso, além de faturar inúmeros prêmios que foram muito bem merecido. Tenho um enorme carinho por esse álbum, maravilhoso, com ótimas faixas de grande sucesso na carreira da Mariah Carey. E foi uma volta da cantora com tudo ao sucesso. O renascimento de Mariah a sim como uma fênix. Curtir muito nas lan esse incrível álbum dela. The Emancipation of Mimi foi o retorno triunfal de Mariah. E sem falar que essa deusa foi minha maior paixão de menino essa. (Risos) Temos cantoras ótimas no pop internacional, que acho melhores do quer as do pop açucarados dos anos 90, Aguilera, Britney, etc. Mas nenhuma mim encanta como só Mariah fazia e ainda faz. – Tiago Amaral