Nascido no Rio de Janeiro em 4 de abril de 1958, o nosso eterno Cazuza veio ao mundo para não passar despercebido. Ele não queria apenas cantar, ele queria sentir tudo no limite e traduzir o que a gente sente de um jeito exagerado e único. No começo dos anos oitenta, ele explodiu com o Barão Vermelho e mudou a cara do rock nacional com letras que misturavam amor e rebeldia.
Depois, na carreira solo, ele provou que era um gênio da composição. Falava de política, de paixão e da vida real sem nenhum filtro. Músicas como Exagerado e Ideologia viraram hinos que todo mundo sabe cantar até hoje.
Mas a história dele também foi de muita coragem. Quando descobriu que estava com o vírus do HIV, em uma época de muito preconceito, ele não se escondeu. Deu o rosto para bater e continuou criando arte até o último segundo, mostrando que a vida deve ser vivida com intensidade.
O legado do Cazuza é eterno porque ele ensinou que a gente precisa ter coragem para ser quem é. Mesmo partindo aos trinta e dois anos, ele deixou um arquivo de sentimentos que atravessa gerações.
Hoje, a gente percebe que o tempo não para, mas a poesia dele é imortal. Ele continua sendo aquele garoto que queria mudar o país e que, através das suas canções, ficou para sempre na nossa memória.